21 de junho de 2007

Alfinete D. Geleia 13 e Solstício de Orfeu

da Ana.

Hoje, aqui em Águeda, na minha (também) casa, arranca o Solstício de Orfeu. Eu, claro está, lá estarei!

Programa:

18h00 – Oficinas do Solstício
(FIMO por Thomas Itey)
22h00 - Experimentário – d'Orfórum
22h30 – Sessão de Risoterapia
23h00 – Concerto LUFA-LUFA


Amanhã, Sexta 22:
18h00 – Oficinas do Solstício
(Construção de instrumentos e de baquetas para percussão por Miguel Ralha)
22h00 – Inauguração da exposição e venda cartões artísticos Solstício de Orfeu + Exposição “arTErapia” com a Fanfarra Zabumbar da CERCIAG
23h00 – Concerto Conta-mEncanto
00h00 – Concerto CRASSH (vencedor do TETRA)

Sábado, 23:
18h00 – Oficinas do Solstício
(Oficina de Introdução ao Teatro Físico por Inês Neiva)
22h00 - Electrotoy (espectáculo de teatro físico e clown)
23h00 – Happening Pi sem Pé
00h00 – Concerto DJAMBOONDA

Domingo,24:
18h00 – Oficinas do Solstício
21h00 – Concerto Sons do Oriente em Taças Tibetanas e Gongos
22h00 – Concerto CoMcOrdAs – gipsy swing jazz trio

Segundo, 25:
18h00 – Oficinas do Solstício
22h00 – Inauguração da Exposição : “Movimento de Orfeu” + PIP ART – Sinais da Residência Artística do Solstício de Orfeu
23h00 – Performance “ A voz do gesto ou o eco do corpo ” por João Barreira
00h00 – Abraço Colectivo – encerramento do Solstício de Orfeu

6 de junho de 2007

Madame Butterfly



Madame Butterfly; 2007, tinta-da-china s/ tela, 194x114cm

Exposição de Raquel Gomes na Galeria Minimal desde 2 de Junho
rua miguel bombarda, 221 . 4050-381 porto
tel: 22 208 6252 fax: 22 208 9597/98 tlm: 91 750 7218
horário: 3ª a 6ª 14h00 - 19h00 sábado: 15h00 - 19h30

4 de junho de 2007

Sr. João Compota


Chamam-me Sr. Compota, nome que já vem de tempos antigos, coisa de família. Sou da Terra-dos-Sonhos, quase vizinho da D. Geleia, por quem tenho uma grande amizade – gosto muito dela! Eu cá nasci e cresci, e não foi pouco (olhem para o comprimento dos meus braços e das minhas pernas!), no País-dos-Doces-de-Baixo. Nestas duas terras vizinhas há uma velha tradição de aproveitar as frutas maravilhosas que a natureza nos oferece. Nada se deita fora. Há fruta que se come como fruta, mas também há fruta que acaba transformada em sumo ou geleia ou compota. Não, eu não sou uma compota – não olhem para mim com água na boca! Cuidadinho que ainda ficam com a língua a saber a trapos! Chamo-me Compota porque, à semelhança da D. Geleia, venho de uma família de fabricantes de doces, neste caso de Compota. A família acabou por ficar conhecida por esse nome, o que acho muito agradável! Afinal, quem não gosta de comer uma boa compota? As nossas faziam tanto sucesso entre a criançada que os meus avós construíram uma fábrica e tinham uma marca própria chamada De-trás-da-orelha.
Já alguma vez provaram uma compota De-trás-da-orelha com aqueles pedacinhos de fruta a derreter na boca? Se são bons meninos, estudiosos e bem comportados, podem pedir às vossas mães, tias ou avós um lanche à maneira! Experimentem comer um bom iogurte com compota – é de chorar por mais!
Há um segredo que vos vou contar. As compotas são um alimento muito bom, saboroso e saudável, desde que não se coma demais, para não se engordar, e se tenha o cuidado e lavar os dentes depois. Devemos fazer refeições equilibradas, e isto inclui acabar sempre a sopinha.
O mais divertido são os bigodes que nos ficam na cara depois de nos deliciarmos com um bom lanchinho. Já sei o que estão a pensar, que os meus bigodes são de compota... Seus malandrecos.


à venda na Rosa Bengala, Aveiro.